quinta-feira, 22 de outubro de 2015

PRIMEIRA EUCARISTIA DOS ALUNOS DO COLÉGIO MADRE PAULA MONTALT

PRIMEIRA EUCARISTIA DOS ALUNOS DO COLÉGIO MADRE PAULA MONTALT NA PARÓQUIA AGOSTINIANO-RECOLETA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES
(SÃO PAULO-SP).

Aconteceu no dia 03 de outubro de 2015 na paróquia Agostiniano-Recoleta de Nossa Senhora de Lourdes na cidade de São Paulo (SP) a primeira Eucaristia de 58 crianças oriundas do colégio Madre Paula Montalt na área referente à nossa paróquia.

        A celebração aconteceu às 10h00min. Presidida pelo pároco Frei Egisto Cansian (OAR) contando com grande número de paroquianos, pais e alunos do referido colégio.

        Louvamos e agradecemos a Deus pelo labor das Irmãs Escolápias de Madre Paula Montalt em formar retamente crianças e jovens segundo a fé cristã inculcando nesta geração valores que levarão para toda a vida.

Por Frei Rhuam Ferreira Rodrigues de Almeida, OAR

















quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Santa Paula Montal!





É fácil imaginar Paula sentada frente ao mar de Arenys, com a mirada quieta enquanto seu coração borbulha sonhos. Captar por um instante a mestra de Figueiras em uma aula onde o murmuro de lições se compassa com o ritmo e a alegria das meninas.

Ao olhá-la, além do branco e preto das velhas fotografias, descobrimos  a mulher a caminho, a amiga incondicional, a discípula, a “Verdadeira Escolápia” .

Paula mulher apaixonada, criadora, cheia de novidade e com um grande desejo de contribuir na Igreja, à construção do Reino com uma missão que vai tecendo em diálogo enamorado com o Pai.

Deste “cara a cara” com Deus brotam seus anseios mais profundos: Salvar as famílias, educar as meninas, ser verdadeira escolápia... Paula pronuncia “quero”, eco da promessa de vida abundante de Jesus, que ilumina projetos e caminhos de futuro.

Elena Cases

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Missão Vocacional - Estância/SE





        Dos dias 05 a 10 de agosto, aconteceu na cidade de Estância -SE a Missão Vocacional na Paróquia Senhor do Bonfim. Reunindo a comunidade local, padres diocesanos, congregações religiosas, seminaristas e vocacionados. 
       Foram dias de partilha, aprendizado e crescimento na fé, refletindo que a Igreja é viva  e nos chama à missão!
       Agradecemos a acolhida e calorosa participação dos paroquianos.
       No vídeo alguns momentos da Missão Vocacional. 

Ir. Gecianne Costa Moura, Sch. P.


video




sábado, 7 de junho de 2014

Simpósio Vocacional

Experiências vividas e partilhadas!




        Participar do Simpósio Vocacional representando a Província Escolápia do Brasil, e como uma pessoa amante do Serviço de Animação Vocacional, foi uma experiência única onde pude perceber que os 225 agentes (Bispos, Padres, Religi-osos, Religiosas, Leigos, Seminaristas e comunidades de vida) da Região Centro Oeste – Brasília\DF: composta pelas Regiões: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e DF (Brasília) que sediou o evento com um acolhimento nunca antes experimentado, por mim na Capital do Brasil. Deus, realmente está presente nos lares das famílias que nos acolheram nos dias 16 a 18 de maio.
Na sexta feira presenciei uma acolhida fantástica e inesperada. Ao chegar ao Colégio João Paulo II, dos Irmãos Maristas os Padres Edson Neves e Bartolomeu e eu, fomos acolhidos nas famílias. E como a família que ia me levar não havia chegado e como havia uma senhora que falava: na minha casa tem vaga para duas pessoas. Eu cansada, com o atraso do avião, logo pensei e me pronunciei: a senhora me leva pra sua casa e o acolhimento me surpreendeu. Simplicidade e abertura para receber em sua casa pessoas que ela não conhecia, mas que inspirava confiança. Somos filhos de Deus e irmãos uns dos outros.
Família, dom de Deus!!! Agradeço a Deus por colocar pessoas magníficas em nossas vidas. Obrigada a Sra. Lúcia Helena e ao Sr. Zenik, pela acolhida em sua casa. Que Deus os abençoe sempre e um  carinhoso abraço para Daniel e Guilherme, duas pérolas preciosas.
  Dia 17 de maio, Depois da Eucaristia presidida pelo Dom Derek J.C Byrne do Mato Grosso e concelebrada por Dom Eduardo Pinheiro da Silva, SDB do Mato Gros-so do Sul e demais sacerdotes e diáconos. 
Dom Sergio da Rocha é Arcebispo Metropolitano de Brasília, presidente da Comissão Episcopal para Doutrina da Fé, da CNBB, membro do Conselho de Pasto-ral (CONSEP) e do Conselho Permanente da CNBB. Fala a respeito do tema do Sim-pósio Vocacional: Ide e anunciai! E nos questiona: Que tipo de Igreja estamos consti-tuindo? É o Espírito Santo que constitui a Igreja.
Dom Sergio, explanou o lema: Vocações Diversas para uma grande missão! Fazendo uma retrospectiva desde o Concilio Vaticano II com o resgate da experiência eclesial cristã primordial, recuperando, sobretudo, sua eclesiologia de comunhão. E como a Lumen Gentium no Cap. 2, descreve muito bem como deve ser a participação efetiva do Povo de Deus. Fala da corresponsabilidade dos fieis. Já o Cap. 1, expressa sobre a Igreja como Mistério da Comunhão. Nº 7, Igreja, corpo Místico de Cristo e o Cap. 4 Nº 32, fala da unidade na diversidade. Em Cristo temos todos, a mesma digni-dade, temos o mesmo valor, com funções diferentes. E sem falar na fundamentação bíblica: Ef 4,5; Rm 12, 4-5; 1Cor 12,11; Col 3,13; Gál 3,38... onde encontramos a Di-versidade de DOM, CARISMAS. Todos somos vocacionados. A Igreja Assembleia de Vocacionados e Doc. de Aparecida reforça expressando que somos Discípulos Missionários. 
Uma chamada de atenção: o funcionalismo destrói o sentido de SER VOCACIONADO (A). É preciso ter atenção às diversas vocações. Será que precisamos de novos métodos para atrair vocações? Cuidado!!! Porque VOCAÇÃO É CHAMADA DE DEUS. Sim, é preciso ter Criatividade Pastoral como diz o Papa Emérito Bento XVI. 
Oração pelas vocações é uma necessidade urgente.

Perspectiva da Graça e Dom de Deus: Parábola do Semeador
Ser Semeador: Agente de Pastoral Vocacional
Paciência do Semeador
Perspectiva: Médio, Longo e Longuíssimo Prazo!

Nada de imediatismo e improviso!!!
Cada um de nós: Como vivemos o Espírito Missionário na Pastoral Vocacional? Como a Equipe da atenção as diversas vocações (periferia, Igreja,...).
Leigos, Sacerdotes, Religiosos,... que tenha perfil missionário: Onde estamos agindo? A quem estamos nos dirigindo?
Não se deve ter medo: A Ação da graça é maior do que o nosso próprio esforço.  Lc, 5. Jesus diz: Avance! Lancem! Todos, devemos lançar as redes para o mesmo objetivo.
Questões sobre a Missão: olhar para a Equipe Vocacional/VR
  • Como está sendo a nossa postura frente à Missão?
  • Como podemos trabalhar as diversas realidades vocacionais?
  • Como é a diversidade e unidade vocacional dentro e fora da comunidade religiosa,...?
É preciso saber onde estamos e onde queremos chegar. É preciso sensibilizar vocacionalmente e depois ir para a prática vocacional. E principalmente trabalhar cinco pontos essenciais para despertar a vocação:

       a)Encontro com Jesus Cristo;
       b)Conversão;
       c)Discipulado;
       d)Comunhão;
       e)Missão.

       No período da tarde, o Pe. Valdecir Ferreira (Assessor da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada – CNBB) apresentou um slide falando sobre o estudo realizado para se concretizar o Simpósio Vocacional, que foi baseado no Documento Conclusivo do II Congresso Continental Latino-americano de Vocações. Com este somos chamados e enviados em missão: A Ser

  • Voz da Palavra
  • Rosto da Palavra
  • Casa da Palavra
  • Caminho da Palavra

A missão da PV/SAV e daqueles que são Animadores (as) Vocacionais resume-se em ser: VOZ – ROSTO – CASA – CAMINHO DA PALAVRA. Depois de apresentação, foi também mostrado a pesquisa realizada nas diversas (Arqui) Dioceses e que infelizmente nem todas devolveram as pesquisas. Das 275 Dioceses no Brasil, 110 corresponderam ao pedido.
Realidade Vocacional: Pedi ao Dono da Messe...

Estatística Vocacional
Dados – 2012/2013
A Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada tem acompanhado aproximadamente:
70. 145 pessoas
Seminaristas: 5.658
Padres: 22.119 
Diáconos: 3.500
Institutos Religiosos (Congregações), Sociedades de Vida Apostólica e Institutos de Vida Monástica e Contemplativa: 420
Religiosas e Religiosos: 36.628
Institutos Seculares: 52
Consagrados e Consagradas Seculares: 2.240

         Não foram contabilizados os formandos da Vida Religiosa, dos Institutos Seculares e das Sociedades de Vida Apostólica. E também todos os jovens que são acompanhados pela PV/SAV nas (Arqui) Dioceses e na Vida Consagrada. Comissão Episcopal  Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada.
       Mostrando a urgência de uma articulação do trabalho vocacional no Brasil. É preciso assumir uma verdadeira “Cultura Vocacional”.
Para encerrar à tarde, tivemos a oração do Terço, com a devoção Mariana e a noite Cultural com músicas regionais e dinâmicas. 
No Domingo pela manhã tivemos a oração de Laudes e a transmissão simultâ-nea do Simpósio Vocacional nas cinco macrorregiões Pastorais do Brasil – Sul, Leste, Nordeste, Centro-Oeste e Norte, por meio de videoconferência, ainda inédito na Igreja no Brasil. Confesso que foi uma experiência marcada por vários sentimentos e principalmente pela esperança de dias melhores virão. Por isso é preciso fazer o que Jesus pediu e continua a pedir: Ide e anuncia!!! E agradeço a Província do Brasil, por mais esta oportunidade!!!

Letra da música do Simpósio Vocacional

POR UMA GRANDE MISSÃO
L e M: Dom Pedro Brito

1. Um dia, como qualquer outro dia,
O Senhor me criou para uma grande missão. Um jovem, como qualquer outro jovem.
O Senhor me chamou para uma grande missão.
Eu nada sabia, eu nada entendia,
Eu nada previa de uma grande missão.
Eu me encantei, me apaixonei,
O barco larguei por uma grande missão.

Ref: Eu disse sim, ó Senhor!
Eu disse sim por amor!
Pronto pra ir eu estou para uma grande missão/nova missão (bis)

2. Um mundo, como qualquer outro mundo, O Senhor me elegeu para uma grande missão.
Um povo, como qualquer outro povo, O Senhor me enviou para uma grande missão.
Eu não resisti, eu quase morri,
Chorei e sorri por uma grande missão.
A vida arrisquei, eu tudo deixei
E a cruz carreguei por uma grande missão.

Ref: Eu disse sim, ó Senhor!
Eu disse sim por amor!
Pronto pra ir eu estou para uma grande missão/nova missão (bis)

(Para finalizar)
Por uma grande missão!
Por uma nova missão!
Por uma grande missão!



ORAÇÃO 
Autores: Eurivaldo Ferreira, Décio P. Bezerra e Telles Ramon


Senhor, Deus de ternura e de bondade, autor da vida e Pai de Jesus Cristo,
concedei a nós, teu povo,
que, pelo seguimento e encontro pessoal com teu Filho,
nos tornemos discípulos e discípulas, missionários e missionárias;
e que na vivência eclesial, possamos manifestar a grandeza do nosso
serviço sacerdotal em missão, encarnando no mundo, nas culturas e
na Igreja a proposta do Evangelho.
Tu, que nos chamas a desempenhar nossa própria vocação,
guiados pelo espírito evangélico,
aquele mesmo presente em Jesus Cristo, servo de todos,
faze com que contribuamos para a santificação do mundo,
sendo fermento na massa e, como membros do Povo de Deus,
por ti escolhido e enviado, possamos, ao mo-do próprio com que nos convidas,
colaborar na realização do teu Reino de a-mor, de paz e de fraternidade,
testemunhando nosso batismo, pelo qual nos dás a máxima dignidade de
sermos chamados de teus filhos na fé.
Que a exemplo das primeiras comunidades cristãs,
tenhamos um só coração e uma só alma,
já que nos chamas a testemunhar as maravilhas Daquele que nos tirou das trevas,
passando-nos à luz admirável...
E, pelo teu Espírito,
que nos confirma nesse chamado
para a realização do Teu Reino,
no respeito e cuidado da vida em todas as suas expressões,
possamos dialogar contigo como amigos e amigas,
participando da tua comunhão e missão.
Senhor, chamaste-nos?
Eis que aqui estamos!
Chamaste-me, Senhor,
aqui estou!


Regional Norte 3



sábado, 31 de maio de 2014

MISSÃO ESCOLÁPIA EM AGUANIL DIOCESE DE OLIVEIRA



Nos dias 24/04 ao dia 04/05 de 2014, as irmãs Valdete Pereira Costa, Roseli Lopes Guedes e Sandra Lúcia Ferreira, estivemos em Missão na Cidade de Aguanil MG, Diocese de Oliveira. Dias estes que considero como bênçãos e mais uma vez pude confirmar que quanto mais pensamos em ajudar tanto mais somos ajudadas, pois em cada encontro, em cada visita pastoral ou palestras “dedo de prosa” dados e trocados, vimos à presença do Ressuscitado entre nós e os participantes, pois, a humildade e sede com que nos escutavam nos fazia refletir e repensar o que deveríamos fazer.  E cada encontro era uma surpresa agradabilíssima sem falar da hospitalidade e carinho com que fomos tratadas.  “O Povo é Bom”. 
Não poderia deixar de agradecer à Província, que não deixaram de nos acompanhar, com seu apoio e palavras de incentivo.  É bom saber que quando estamos em missão levamos conosco a Província toda e cada manifestação de carinho de irmãs dizendo que estavam nos acompanhando com suas orações nos remetia para mais e melhor servir. 
Às irmãs Valdete e Roseli, com quem tive a oportunidade de trabalhar e conviver e conhecer um pouquinho mais, meu agradecimento, elas demonstraram serem verdadeiras irmãs preocupando e cuidando para que tudo saísse a contento. As manifestações de que valeu a pena não cessam de chegar via correio eletrônico, facebook ou através de outros recursos, disseram que foram os anjos que a Congregação enviou para aquela terra tão sedenta!
Também agradeço às irmãs de minha comunidade atual, São José de Calasanz, Noeli, Lourdes e Laudaete, que se comprometeram em cobrir minhas obrigações na comunidade, aos funcionários do Centro Cultural, que não deixaram a “peteca cair” e atuaram muito bem na minha ausência; é isso aí, nós só saberemos se temos pessoas comprometidas quando nos ausentamos, tiveram a iniciativa e fizeram umas belíssimas brincadeiras e piquenique como chamaram, em comemoração ao aniversário do Centro Cultural.  Os alunos falaram que foi TOP como costumam falar nossos adolescentes e jovens de hoje.
As missões aconteceram em preparação e louvor e honra a São Peregrino, cuja festa foi dia 04 de maio. São Peregrino é protetor contra o câncer do corpo. Durante toda a novena eu pedia o milagre para cura do câncer não só do corpo, mas, sobretudo do pecado e da maldade, que ele possa interceder a Deus Pai, por todo o nosso Instituto. Que estejamos livres de tais males. 
Concluo citando um testemunho da Maria Silvania Alves Sales, que participou da missão:
“As missões aqui foram maravilhosas, foi providência divina. Aconteceu  no momento exato, pois estávamos precisando. Muitos de nós estávamos desanimados. Com a missão, algo novo e diferente  sucedeu, é visível ao olhar a alegria no rosto das pessoas quando falam das missões, em cada família visitada cada movimento e pastoral da qual compartilharam seus conhecimentos  e a Palavra de Deus. A fé e a esperança foram renovadas. O que  mais nos motivou  foi o longo caminho que vocês percorreram, indo a comunidade do Boticão no Município de Aguanil, na Cidade de Cristais... para estar a serviço da evangelização, trabalho do qual se equipara ao do Apostolo Paulo. Muito foi feito e já se obtém resultados das missões, pessoas que estavam afastando da igreja, repensaram suas ideias e voltaram. Todos falam com saudades   e com esperança que um dia vocês voltarão. Estão seguindo mais tranquilos na sua caminhada de fé, fomos fortalecidos. Sentimos que além de Deus, em nossa caminhada terrena não estamos sozinhos, existem pessoas que podem ir orientando nosso caminho,  por mais obstáculos que estiver.
Irmãs, vocês  plantaram uma semente e nós vamos regá-la para gerar frutos bons. Falo tudo isso com muita emoção e agradecimento, para mim foi muito importante, continuem ajudando. O trabalho de vocês foi excelente.
Deus lhes dê muita força, perseverança e saúde para continuar caminhando.
Que os Santos de suas espiritualidades; São José de Calasanz e Santa Paula Montal continuem sendo a razão de suas consagrações a Deus no seguimento de Jesus Cristo.
Ir. Sandra, acompanhamos sua trajetória vocacional, sabemos que muito lutou e diversas provações foram vencidas. Você não mediu esforços, me lembro bem de sua máxima “se posso dar mais de mim porque não dar?” Sabemos que sempre foi fiel e correspondeu ao chamado de Deus à Vida Religiosa. Eres um orgulho para a cidade de Aguanil e circunvizinhança, conte sempre com o nosso apoio, que nossa Senhora a cubra com seu Manto sagrado e a conduza por onde quer que vás”.


Ir. Sandra Lúcia Ferreira, Sch.P






domingo, 25 de maio de 2014

Despertar – Encontro da Pastoral Vocacional Paroquial

          “Para amar é que somos feitos! Vale a pena sonhar!”          


No dia 27 de abril de 2014, no Centro Itaka Escolápios-GV, aconteceu o Despertar, Encontro Vocacional Escolápios com os jovens da Crisma 2 e da Pastoral da Juventude da paróquia Nossa Senhora das Graças.
Os religiosos escolápios, Diácono Maurício e Irmã Valéria, conduziram o encontro, na perspectivar de despertar nos jovens a curiosidade vocacional, seguindo o carisma de São José de Calasanz e de Madre Paula Montal.

Participar do Despertar é viver um encontro de mistério e amor com o carisma escolápio. É abrir-se para o seguimento de Cristo que nos convoca à missão.  Como diz Padre Juan Mari, é encontrar na espiritualidade o caminho de nossa vida: “Eu não me conheceria a mim mesmo, senão no itinerário escolápio. A espiritualidade é o valor que me conduz e alimenta minha vocação.”


Equipe da Pastoral Vocacional Paroquial de Governador Valadares

                         

   



domingo, 11 de maio de 2014




                                                                                  ♥ Se todos fossem iguais a você (Vinicius de Moraes e Tom Jobim).

quinta-feira, 17 de abril de 2014

“DÁ-ME DE BEBER”



Nos dias 04, 05 e 06 de Abril Ir. Roseli e eu, Ir. Sandra, participamos como colaboradora do 1º Encontro vocacional na cidade de Oliveira, especificamente em nossa casa, a comunidade Nossa Senhora de Oliveira onde estiveram presentes todos que fazem parte da Equipe Diocesana, e 18 jovens que estão à procura de um discernimento vocacional. A proposta do encontro: A Formação Humana centrado no tema “DÁ-ME DE BEBER”.
O encontro começou com uma belíssima via sacra preparara pelas irmãs Oblatas do Menino Jesus, onde todos nós pudemos percorrer via cruzes, o caminho feito por Jesus “O Nazareno”, que apesar do vento que grunhia e o frio que jazia, não nos impediu de nos adentrarmos na oração pedindo ao Bom Deus que suscitasse no Coração dos jovens o desejo ardente de escutar, seguir, e responder ao chamado, bebendo direto da fonte que é o mesmo  Jesus Cristo.  Na manhã de sábado fizemos a oração seguindo os passos da Lectio Divina (Jo 4,5-26) “juntos com a Samaritana” onde fomos convidados a “sentar” à beira do poço e rezarmos refletindo o Encontro e Diálogo entre Jesus e a mulher Samaritana, lembrando que ao meio dia, hora que a Samaritana foi ao poço.
É a hora da Verdade a esta hora não há sombras, lá se deu a descoberta, hora da transparência...
Quando Jesus nos fala da água que jorra para a vida eterna, pedi a Deus que nos ajude, assim como a Samaritana, a desejar sempre essa água , abrindo espaço para que o mesmo adentre em nossas  vidas porque Ele nos  conhece e sabe de todas as nossas necessidades, manifestando sempre o desejo de nos ajudar, para que nós possamos nos abrir para a fé, fazendo-nos compreender que temos diante de nós o Messias, o esperado.
Assim como a Samaritana que acolheu o dom de Deus na pessoa de Jesus Cristo, possamos proclamar Jesus como o Salvador, levando a todos a acreditarem n’Ele pelo nosso testemunho diante desses jovens que estão a procura da Água viva que jorra sem parar...
                Em sintonia com as leituras, motivamos os jovens participantes do encontro a compreender e descobrir quais são seus Medos, Temores e Expectativas. Logo após esclarecer alguns pontos sobre esses questionamentos, os mesmos foram convidados a partilhar nas Comunidades de Vida (assim chamados os grupos que dinamicamente foram formados pelos presentes) suas indagações e anseios, expectativas, bem como a realização dos demais trabalhos e as convivências dos dias seguidos.
Após a realização dessa dinâmica, Ir. Maria Jose e eu Ir. Sandra, convidamos os jovens para assistirmos ao filme “Moda Amarela – Vocação Humana”, onde o mesmo foi trabalhado de forma didática e  juntos chegamos a conclusão de que todos nós temos que acreditar que temos uma  identidade individual e que cada pessoa é uma riqueza da criação; que temos que nos aceitar do jeito que somos, com nossas  características pessoais, como caminho para a realização pessoal e a felicidade; temos que evitar de querer ser o que não somos  e que somente temos que buscar ser nós mesmos e não  desejarmos ser  cópia do outro.
Também foi trabalhada a questão da referência, de não ter de se propor um único modelo como o ideal, eliminando a diversidade e a riqueza que cada um é; que temos que aceitar física e psicologicamente tal qual somos.  Devemos reconhecer nossa originalidade enquanto criação e realização de Deus; percebendo a importância desta originalidade querida por Deus. “ O maior sonho que Deus tem para cada Ser criado é que sejam o que realmente é”.
E no domingo, eu, Ir Sandra, tive a oportunidade e a graça de conviver com um grupo maravilhoso que no intuito de se conhecer melhor se reuniu com o Pe. Antônio Carlos para um estudo e aprofundamento do melhor conhecimento do “eu individual” enquanto pessoa, através do recurso do eneagrama, onde de forma mais profunda, cada um foi identificando-se em cada perfil, com suas debilidades e fortalezas, dentre outras características.
                Foi um dia intenso de trabalho e oração. Do qual partilho com todas as Irmãs e leitores , com o intuito de nos unirmos mais e somarmos forças para que o Bom Mestre possa nos enviar boas e santas vocações para a igreja e se for de Sua vontade enviar para a ESCOLA PIA.

Irmã Sandra Lúcia Ferreira, Sch. P.














sábado, 15 de março de 2014

Madre Paula vive!

Era uma manhã de quarta-feira amena meteorologicamente falando, quando uma vez mais foram abertas as portas do Centro Cultural para mais um dia de atividades rotineiras. De início nada parecia soar estranho ou diferenciado, mas algo grandioso estava por vir. Indagações e inquietações pairavam sobre as cabecinhas dos curiosos de plantão diante de uma inexplicável tenda, caprichosamente montada e decorada por variadas mãos com uma singela frase dizendo: “VINDE REZAR COM...”.
Todos queriam saber o que era, o que iria ser feito, como seria, coisas típicas de crianças e adolescentes. E não era por menos, já que a referida tenda destoava de todo o conjunto do Centro Cultural. Era como um órgão a mais em um corpo já acostumado com a rotina. Algo diferente seria, mas a decoração já dava pistas de que algo gracioso iria “rolar” ali.
A tenda estava decorada com vermelho e branco, mas um vermelho que parecia vivo e querer realmente convidar a algo mais. Era um vermelho que simbolizava a cor do amor, da entrega, da vida em prol de tantos outros. Um branco de singeleza, com desenhos que lembravam uma festa, caprichosamente incrustados e sem dúvida consolidados nos corações que ali se fizeram presentes.
Sim, Madre Paula vive. Dentro de nossos corações e de nossas almas fazendo com que sejamos a cada dia, partícipes de sua obra. Somos todos vocacionados e apaixonados por seu legado. Ela vive em nós e nos faz sair de nossas casas a cada dia porque nos faz acreditar que salvar almas é um ato de coragem e uma profissão de fé. Santa Paula abençoa nossos corações e de uma forma ou de outra nos faz ver e enxergar o que ela viu e enxergou há muitos anos passados, mas, devido aos conflitos cruciais da humanidade, continuamos a ver crianças desamparadas e sem o mínimo básico do que supõe ser seus direitos.
E foi com essa inquietação que a tenda de Santa Paula se abriu naquela bela manhã de quarta-feira para receber vidas dispostas a orar e agradecer uma vez mais, pelo carisma calasancio incrustado no coração dessa Santa Guerreira que sobrevive ainda nos dias de hoje, e continuará a existir enquanto houver crianças precisando e corações generosos dispostos a acolher e servir.
O silêncio imperou durante o momento de oração, embora sua conquista tenha sido difícil. E quem disse que exigir silêncio de quase oitenta meninos e meninas seria fácil, em se tratando de uma total alteração de suas rotinas? Acostumados a pular, gritar, sorrir, cantar e a todo o tipo de peraltice da idade, vê-los dispostos em roda, sentados e comportados não foi fácil, mas não impossível. Simplesmente uma quietude de coração, uma acomodação interior, fazendo com que pairasse um silêncio espiritual, convidativo, confortante e desafiante. Irmã Sandra comandou o momento de oração fazendo com que esse silêncio pudesse ser ouvido e sentido por quase todos, já que unanimidade sim é muito difícil. Por vezes a dureza da vida e dos corações fazem esse processo ser dificultoso.
Mas pelo que vimos ficou a sensação de que Santa Paula estava ali junto a todos, seja pelo arrepio sentido, seja pela emoção vivida. E foi comovente ver olhos cerrados em posição de oração profunda. Parecia que a presença “paulina” inspirada pela nossa “fonte”, pela oração fizesse com que essas criaturinhas sentissem um conforto e alívio diante do sagrado. Ponto para as Escolápias, que com seu dom nos fazem viver momentos como esses. E como não podia deixar de ser, a presença delas em atitude de oração, ensinando (mesmo que em silêncio) a orar só podia mesmo fazer com que fosse contagiante e irradiasse essa energia boa a todos.
Ah, só faltou dizer que tudo isso fazia parte da comemoração ao dia de Santa Paula, que foi especial, emocionante. Que a próxima comemoração seja tão boa, ou melhor. Que possamos a cada dia inspirar mais os corações e inquieta-los.  Se a educação é simplesmente a inquietação da alma, como dizia Lorenzo Milani, para Calasanz era a forma de servir a Deus nas crianças e jovens. Paula Montal quis continuar e acreditou! Nenhum deles disse ser fácil, mas...
Santa Paula vive em cada um dos que dela se acercam. E quem quiser ver, ouvir e sentir é só nos fazer uma visita. Sairá daqui com a certeza de que nosso trabalho escolápio vale a pena.
Viva a Santa dos nossos dias, aquela que nos inspira, a Paula que amamos e que a seguimos nos passos de Calasanz! É dia de Paula Montal, nossa eterna Madre Paula.
Depois teve muita alegria com pipoca e suco para todos livremente.

Claudinei Rocha (colaborador escolápio)










sábado, 8 de março de 2014



         Por ocasião do dia Internacional da Mulher, o presidente nacional da Conferência dos Religiosos do Brasil envia mensagem a todas as mulheres e de maneira especial às Consagradas pela sua atuação profética  e solidária nos campos da missão.





quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A caminho com Paula Montal!



          Senhor, nosso Deus, grandeza dos humildes, que escolhetes a SANTA PAULA MONTAL, virgem, para que, por palavras e obras levasse o vosso amor salvador às famílias e a sociedade, por meio da promoção integral da mulher e da educação cristã da infância e da juventude, fazei por sua intercessão e com seu exemplo, sigamos a Cristo Mestre e cheguemos, todos, a gozar do Reino do Céus. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Escola Vocacional 2014



A Escola Vocacional iluminada pelo texto bíblico acima, vem de encontro com o desejo da Equipe Vocacional da Província Escolápia do Brasil. Pois,  Deus continua chamando “operários para a sua messe”, o que acontece é o fato de não sabermos como ser mediadoras nesta grande seara do Senhor.
A Escola Vocacional foi organizada em eixos: Vivencial; teológico; antropológico e psicológico. E para iniciar a explanação dos temas, tivemos uma apresentação de como nasceu a Escola Vocacional Marista e a parceria com a CRB e UCB (Universidade Católica de Brasília). Em seguida, cada participante exerceu o seu protagonismo na obra da criação de Deus construindo a sua mandala. No final da dinâmica cada participante se apresentou falando da sua criação (mandala), de onde veio e os anseios de participar na Escola Vocacional. No período da tarde tivemos as oficinas de: Projetos de Vida e de Planejamento Pastoral Vocacional.
No segundo dia o Prof. José Lisboa, nos chamou atenção com tema: fundamentos teológicos da vocação, da qual somos instigados a pensar na ausência de fundamentação teológica no trabalho de animação vocacional e de suas consequências para a missão. Segundo Lisboa, a vocação é sempre iniciativa Divina. A pessoa não escolhe seguir Jesus Cristo, mas é escolhida pelo Pai. “Se queres ser perfeito...” (Mt 19,21). E, Deus nos chama a um encontro com Ele, a partir da necessidade do povo (Ex 3, 1-10ç Jr 11,4-10); a uma experiência de amor (“sedução”) (Jr 20,7) e a uma “conquista do coração” (Os2,16). Sendo que toda vocação é para uma MISSÃO.
Deus primeiro nos chama a sermos pessoas humanas porque, antes de qualquer opção de vida, o vocacionado, a vocacionada, tem que ser gente, com todas as qualidades que caracterizam o ser humano, segundo o projeto de Deus (Gn1,27-28). Para tanto, a animação vocacional “nasce do ministério da Igreja e põe-se ao seu serviço” (2°CIV,5). Com este intuito, todos devem assumi-la com vigor. E segundo Lisboa, a animação vocacional deve ajudar os batizados a assumirem o seu lugar na Igreja.
No terceiro dia, os temas: afetividade e sexualidade foram explanados pela Ir. Fátima (Irmã Vicentina, psicóloga), que com muita desenvoltura começou nos questionando: Porque estamos na Escola Vocacional? O que buscamos? Está faltando vocações? O que está acontecendo? Que tipo de Vida Religiosa somos hoje? Que tipo de juventude temos hoje? Que tipo de Vida Religiosa queremos? Onde estão os jovens que querem a Vida Religiosa? Se a “vitrine” da VR está ofuscada o jovem não terá interesse de entrar, observar, conhecer e experimentar,... Então, como anda a “nossa vitrine”?
Afetividade: Aquilo que me afeta; o social: Como eu afeto as pessoas? Como o outro me afeta? Com isso, a afetividade é um estado psicológico do ser humano, que pode ou não se modificar a partir de situações. E a afetividade consegue determinar o modo com que as pessoas visualizam o mundo e também a forma com que se manifestam dentro dele.
Com isso, foi nos apresentado a teoria de Maslow definida no conjunto das cinco necessidades descritas na pirâmide ao lado. Depois da explanação veio um pergunta: É possível viver o celibato?  O jovem que de alguma forma perdeu uma das suas necessidades fisiológicas, pode ter a personalidade afetada. Sendo este, chamado a superar estas necessidades, e se não o faz, pode se tornar um problema mais tarde. Por isso é preciso ter cuidado para não colocar todos os jovens em uma única “forma” e igualar o processo das etapas de formação.
No período da tarde tivemos a contribuição do Prof. Carlos Eduardo, com o tema: “ Elementos sócio antropológicos da juventude contemporâneas”. Este tema, veio de encontro aos anseios de entendermos a diversidade do mundo do jovem de hoje que muda constantemente assustadoramente a cada quatro anos. Ou seja, o jovem de hoje, já não é o mesmo de dez anos atrás. Segundo o prof. Carlos Eduardo, biologicamente, a definição de juventude está marcada pela questão das transformações no corpo, que deixa de ser infantil e se constitui como corpo que se tornará adulto.
Na concepção psicológicas, não são todas correntes da psicologia que falam da juventude. Para a grande maioria o que existe é a adolescência. A psicologia entende que os adolescentes necessitam vencer três lutos:  O luto pela perda do corpo infantil; o luto pela perda dos pais da infância e a morte do mito das figuras paterna e materna.  Os jovens na concepção sociológica, enfrentam o desafio de se adaptarem a um mundo totalmente diferente do que haviam enfrentado até então, na infância. Com isso, são obrigados a uma inserção social complexa, trazendo-lhes novas significações e questões para as quais os jovens ainda não têm respostas integralmente formuladas. E antropologicamente, a conceituação de juventude é resultado de uma construção social, o que explicaria as várias concepções de acordo com o momento histórico. Assm, a juventude passou a ter destaque histórico pela emergência das modernas sociedades de massa, que trouxe um fenômeno novo: o da ascensão da juventude como ator social e político diferenciado, capaz de influenciar processos de transformação social.
É preciso pensar projetos para a juventude a partir: “DE”, “PARA”, “COM” – entender a juventude como “Ator Social”. Ainda, é importante encontrar as divergências, entre proposta vocacional e os jovens de hoje.
No quarto dia, o Prof Carlos Eduardo, retomou a reflexão do dia anterior, com algumas “observações críticas relativas à fé na pós-modernidade”, onde houve um aumento do índice de jovens que não tem religião. Com isso, percebe-se que há um fim da religião como HERANÇA. (os pais já não são mais os primeiros catequistas). Fim da fidelidade religiosa _ TRÂNSITO RELIGIOSO. Acentuando  a valorização do acúmulo de EXPERIÊNCIAS. E o nosso desafio é transformar a experiência religiosa em uma experiência de fé: encontro profundo com Deus.
No período da tarde, Ir. Fátima deu continuidade ao tema sobre Afetividade e Sexualidade, trabalhando os quatro pilares da sexualidade: Sexo biológico (caracteristicas genotípicas e fenotípicas; papéis sexuais – Identidade de gênero (Como me comporto). Identidade sexual (Quem acredito ser) e Orientação sexual do desejo (Quem desejo). Concluindo, a forma como somos tratados é importante na construção de nossa identidade.
Finalizamos o dia com a leitura da carta enviada pelo presidente da CRB Nacional e com apresentação do trabalho de Animação Vocacional Marista e projetos vocacionais. Podemos destacar que: * Animação Vocacional como prioridade (uma pessoa liberada para este fim); * Leigos contribuindo com o processo como protagonistas; * Investimento: Contratação de leigos para ajudar no processo.
No quinto dia, a prof. Patrícia Ferreira, explorou o tema da Teoria do Amadurecimento Humano, é no corpo da mãe, que o bebê conhece o seu corpo. Assim, a pessoa precisa se reconhecer, acreditar e confiar. E segundo a profa. Patrícia, “uma experiência mística pode nos ajudar a integrarmos como pessoa”. E nos deixou um recado: * A democracia começa no lar;* Quem cuida do outro tem que se trabalhar; * Se não há confiança, não há crescimento.
Uma experiência de encontro, comunhão e fraternidade; foi ter tido todos os dias momentos fortes de oração e a Celebração da Eucaristia. O Pão que se fez realidade no meio de mais de cem participantes: Padres, Religiosos e Religiosas e a presença marcante dos Leigos(as).
Sabemos que a missão não será fácil, por ser desafiadora e constante,  mas  vale a pena seguir e ajudar outras pessoas em seu processo pessoal, espiritual e humano, expressando  assim  três sentimentos: gratidão pela oportunidade; vontade de acertar e de nos colocar a disposição da Província, a serviço da Igreja.


Equipe de Pastoral Vocacional
Irmã Valdete Pereira Costa
Irmã Emília Luciana Santos Rosa
Irmã Gecianne Costa Moura